Iluminação é uma das coisas mais importantes em arquitetura, não só a natural como também a artificial. Um projeto de iluminação bem pensado deixa o ambiente confortável e ressalta o que ele tem de mais legal – com um custo muito pequeno, às vezes. (Para comprovar isso, basta pensar no quanto a iluminação de farmácias normalmente é irritante…) Para mim, o projeto de iluminação mais legal é aquele em que a gente tem o máximo de recursos com o mínimo de presença – por isso eu acho tão legal luz indireta.

Normalmente, quando estamos fazendo projetos de arquitetura de interiores em prédios de apartamentos, os ambientes já têm os pontos de iluminação definidos, normalmente centralizados. E aí, para conseguir outros efeitos ou ressaltar outros pontos, lançamos mão de forro de gesso, que rebaixa a altura do teto, permitindo a instalação mais livre das peças. Mas quando o pé direito (a altura do ambiente) é baixo, essa possibilidade fica comprometida. Aí, temos que lançar mão de luminárias de piso ou abajures.

Semana passada, especificando peças de iluminação para um cliente, encontrei uma peça incrível.

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Essa luminária é uma calha que joga luz para cima (indireta) e fica dependurada no teto. Mas o ponto de energia para ela não tem que ficar no teto, o ponto de luz está na base da luminária e pode ser ligado em uma tomada baixa normalmente, como se fosse um abajur. Além disso, a peça tem 2,00m, que permite que ela distribua a luz de forma bastante eficiente.

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Fora que parece um móbile, de tão leve. A haste longa parece ficar suspensa, flutuando no ar. Ela é presa só em uma das extremidades, e um contrpeso na base dá equilíbrio. Da loja Reka.

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