Vamos ver se esse blog acorda depois de uma longa pausa…
saiu mais um texto meu no portal webcasas, falando sobre decoração em branco.
(para ler o texto todo, clique na imagem)
esse trabalho com a webcasas vem sendo bastante legal, vale a pena olhar os outros textos, também. Tem muita gente falando de coisas interessantes.
já tem mais um trailer…
Apaixonada por essa composição que o Pedro Useche fez no hall de entrada da casa dele (pelo que eu entendi, é a casa dele). São pinos (esféricos) de ipê torneados, com dimensões que variam entre 2 e 4,5cm. É um cabideiro, mas parece uma obra de arte. No mais, furadeira, parafuso e bucha. Preço baixo, efeito altíssimo – adoro composições inteligentes, de quem não precisa recorrer a objetos “grifados” o tempo todo!
Saiu no portal casa.com.br.
É muito bom ver os trabalhos tomando forma, principalmente aqueles que são feitos com tanto carinho. Fui hoje conferir um papel de parede e a chegada de duas cadeiras Barcelona vermelhas. A cadeira Barcelona (desenhada por Mies van der Rohe em 1929 !) é uma peça clássica de design modernista que a gente vê muito por aí. Esses clientes falaram que adoravam a peça mas estavam em dúvida se valia a pena colocá-la em casa pelo fato, justamente, da peça ser muito utilizada. Eu sempre acho que quando a gente gosta muito de uma coisa, não tem problema se todo mundo está usando, a gente vai ter em casa uma peça com a qual já tem uma relação afetiva, e isso é muito bacana. Chegamos até a investigar outra possibilidades, mas finalmente eles concluíram que gostavam mesmo da Barcelona. Escolhemos, então, duas peças vermelhas, que chegaram hoje, ma-ra-vi-lho-sas!!!!!! Eles agora têm, em casa, uma peça de design clássico (portanto, independente de modismos) numa cor inusitada para a peça (que normalmente vemos em tons mais sóbrios) o que a torna mais exclusiva.
A foto veio daqui.
… sobre os “projetos conceituais”, na realidade, estou cansada é da polaridade que anda acontecendo atualmente: muita elaboração nos projetos utópicos e pouquíssima naqueles que dizem respeito à vida do usuário. Pelo menos em arquitetura, vejo muita gente fazendo assim: “enquanto não dá para ser a Zaha Hadid”, eu vou fazendo esses projetinhos de açougue de qualquer maneira, mesmo.
Acho que a utopia tem que existir, e acho que o usuário deve ser levado em consideração e respeitado. Porque a utopia sem desdobramento no mundo real vira bobagem, conversa de doido que fala e não tem resposta. E o projeto para satisfazer apenas a vida prática vira só repetição. Mas não é utopia ou vida prática. Acho que tem que ser a utopia gerando boas idéias para projetos da vida prática, como horizonte possível – e é esse equilíbrio que tenho visto muito pouco na produção atual. E com os novos meios digitais, fica muito sedutor falar só do que é conceitual, gerar imagens sedutoras… e se esquecer que isso tem que ter algum eco na prática.
organizando os arquivos no computador.
encontrei esse vídeo (fofo!) que um cliente de outra cidade fez para mim, com a marcenaria sendo instalada, na casa ainda em obras.
para quem quiser saber como ficou o apartamento pronto, aqui.

Muito curiosa a porta de entrada desse prédio, na esquina da Rua Itacolomi com a Rua Piauí. Eu devia ter fotografado o prédio inteiro, que é todo modernista… pra mostrar o contraste. Eu não consigo deixar de pensar que essa porta parece um corselete. Ela não tem nada a ver com o prédio, mas também não chega a agredir. Adoro essas contradições…










